Terça-feira, 16 de Outubro de 2018

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Igreja Perseguida
Publicada em 30/08/18 às 05:32h - 20 visualizações
LIBERDADE RELIGIOSA NA ÁSIA É ABORDADA EM CONFERÊNCIA
Relator da ONU expõe violações ocorridas em diversos países da região

Radio Vida Eterna


Relator da Liberdade Religiosa da ONU, Ahmed Shaheed, fala sobre realidade nos países asiáticos (Imagem: ONU)  (Foto: Radio Vida Eterna)

A liberdade religiosa na Ásia está se deteriorando com o aumento do fundamentalismo religioso em grande parte do continente. Essa informação foi dada pelo relator da Liberdade Religiosa da ONU, Ahmed Shaheed. Ele discursou durante um evento organizado pelo Clube de Correspondentes Estrangeiros em Bangkok, capital da Tailândia, na 4ª Conferência de Liberdade de Religião e Crença do Sudeste Asiático. “A liberdade religiosa geralmente é violada em grande parte da Ásia”, informou.

Quanto à situação dos países na região, ele mencionou que os governos da China e Vietnã procuram aumentar o controle sobre as religiões por meio de legislações e encarceramento. Já no Paquistão, os cristãos enfrentam discriminação e violência, e em Mianmar o exército iniciou uma campanha violenta contra grupos minoritários cristãos. Shaheed mostrou-se preocupado com as violações e disse que “se o estado não te deixa acreditar no que quer, então não vai permitir você dizer o que quiser”.

As Maldivas, arquipélago no Oceano Índico onde Shaheed nasceu, são um exemplo disso. Sob intimidação do presidente Abdulla Yameen Abdul Gayoom, prisões arbitrárias e encarceramentos de críticos estão aumentando antes das eleições presidenciais, marcadas para 23 de setembro. “Os recentes decretos do governo que impedem partidos opositores de contestarem as eleições, a prisão de juízes da Suprema Corte e a repressão da mídia, refletem ações do governo como forma de silenciar críticas”, de acordo com relatório publicado na última semana.

Enquanto isso, na Índia, o discurso contra as minorias e a violência por parte de grupos nacionalistas hindus têm aumentado desde que o presidente Narendra Modi chegou ao poder em 2014, de acordo com o jornal The Diplomat. “Em um país onde um quinto da população é composto por minorias, radicais discutem que a Índia deveria se tornar um estado hindu. Isso tem incitado violência contra as minorias, particularmente cristãos e muçulmanos”, informa.

Fonte: Portas Abertas




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